domingo, 24 de abril de 2011

O depoimento que nunca enviei.



  Eu não sei de onde saiu , mas fiquei com uma vontade insuportável de te escrever. Bom , na verdade eu sei , isso é algo que eu venho reprimindo em mim a muito tempo , algo que eu já seguro e guardo por medo e na esperança de que um dia isso suma , de que a vontade passe. Eu simplesmente não sei o porque de todo esse apego. Nós nunca fomos amigos , nem antes e nem depois de tudo o que aconteceu entre a gente e na verdade não acredito que um dia sejamos.
 Talvez eu me arrependa imensamente do que vou dizer agora , mas eu sinto a sua falta , e não é pouco. Sinto falta das conversas sem qualquer importância mas que ainda assim eram essenciais pra nós dois , dos raros momentos de seriedade que nós tinhamos um com o outro , da cumplicidade , da forma que você me fazia rir sem nem tentar , dos ciúmes que eu sentia o tempo todo de boa parte das suas amigas. Sinto falta de como era fácil ser eu mesma com você , sem máscaras e sem me importar com o que pensaria de mim.
Me dói muito ver como somos um com o outro agora. Frios , trocando farpas quase todo o tempo e raramente nos falando direito. Não era isso o que eu queria , não é o que eu quero!
 Eu não sinto falta só do namorado. Do beijo , do colo e do mimo. Eu sinto falta do ombro que você era. Da atenção , da compreensão , do entendimento.
   E o meu maior medo é nunca mais ter isso de volta , ou nunca mais sentir dessa forma com ninguém.

  Ninguém pode acreditar , na gente separados. Eu tenho mil amigos mas você foi , o meu melhor namorado.
                              - Kid Abelha , Os outros.


                                                      (Mayara Pereira)

sábado, 23 de abril de 2011

Triste te olhar e ver que quase tudo se perdeu. Até quase tudo o que eu sentia. Quase tudo.
(Mayara Pereira)

sábado, 16 de abril de 2011

Ora , vejam só.

Agora eu entendo quando dizem que uma algo perdeu o encanto. Parece que simplesmente se foi todo aquele encantamento que eu tinha por você.
(Mayara Pereira)

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Quando eu tiver minha filha,

  




  vou ensinar a ela que príncipes encantados existem sim, mas não como nos livros, como nos contos de fadas. O verdadeiro príncipe encantado, na maioria das vezes não tem um cavalo, ou até um carro, mas isso não importa, ele vai até a sua casa a pé, só pra ver você. O príncipe encantado não precisa ter as melhores roupas, roupas de gala, pra ser um príncipe. Ele tem que tratar uma garota bem, com respeito, sem magoa-la. Vou ensinar a minha filha, que o príncipe deve ser gentil, e trata-lá com carinho. Que o verdadeiro príncipe é fiel, não trai, não machuca o coração da princesa. Direi a ela, porém, que encontrar um príncipe é muito difícil, não irei iludi-la, como fizeram comigo. E se ela perguntar se já conheci um príncipe, terei a felicidade de dizer que sim, e que ela pode ter orgulho em chamar o meu príncipe, de pai.. (rocknrollgirl)

terça-feira, 12 de abril de 2011

Quantas vezes você se fez de “durona” para que não percebessem o quanto se sentia sozinha?

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Que estranho.

Hoje , pela primeira vez em muito tempo eu não sangrei. Não foi nada do que esperava e me senti estranha.Talvez seja essa a sensação quando algo cai em seu esquecimento , a ausência de algo que se está acostumado a viver , a lidar também é estranha. Talvez seja precipitado da minha parte dizer que foi embora mas se eu tenho esperança em algo , é de que isso seja ao menos um começo.
(Mayara Pereira)

domingo, 10 de abril de 2011

Com o tempo você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o “alguém” da sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. O segredo é não correr atrás das borboletas… é cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você.

Clichê , mas eu adoro.